A verdade e nada mais que a verdade!
Será pedir muito a esta gente que nos governa que nos digam simplesmente a verdade?
Essa verdade avassaladora e que por ter vindo a ser referida com alguma insistência por personalidades portuguesas como: Hernâni Lopes, Medina Carreira, Cavaco Silva entre outros. A verdade é que Portugal está no ponto sem retorno!
O que querem eles dizer com isso? Bom, aparentemente o País vive um momento de pré insolvência ou de insolvência declarada mas que tem vindo a ser mascarada pelos sucessivos Governos e pelas desculpas de conjunturas económicas internacionais desfavoráveis. A verdade segundo consta, é que temos vivido ao longo dos anos uma situação de deficits acumulados. Quer isto apenas dizer que: As nossas receitas não têm conseguido cobrir as despesas. Mais grave ainda! É o facto de tanto a nível Estatal como a nível privado. Todos temos vivido muito acima das nossas possibilidades, ou das possibilidades daquilo que todos juntos geramos de riqueza.
Ora esta situação de insustentabilidade remete-nos para a questão da Verdade. Se os números nos dizem que a manter-se esta situação Portugal vai entrar, segundo parece em 2013 ou 2014 em ruptura, porque não adoptam os políticos a estratégia do discurso da verdade?
Aparentemente por questões eleitorais, de estratégia política e no fundo, fundo desta questão: -Nós! O Povo!!!
Porque não estamos informados! Porque estamos desinformados sobre a realidade da extensão do problema, continuamos a relegar para os políticos, governo e administração central o papel de inverter esta situação, quando realmente a mudança não depende se não de nós... Povo!
Como?
Primeiro passo: Deixar de acreditar nas receitas fáceis
Há quanto tempo nos prometem baixar impostos? O que tem acontecido na realidade? Para além de aumentarem os impostos directos, também nos vão ao bolso com os impostos indirectos; sobre os combustíveis, as portagens, a saúde, etc.. Já reduziram os apoios sociais... E tudo isto para vermos, ano após ano a situação a agravar-se.
Segundo passo: Ter a consciência que fomos enganados
Quem prometeu e não cumpriu não tem desculpa. Se prometeu desconhecendo a exequibilidade do que prometeu, é incompetente ou vigarista. Temos sido enganados uma e outra vez! E insistem irresponsavelmente, continuando a encobrir a realidade nua e crua. Claro, fomos enganados por todos! Todos! Ainda não houve sequer uma só força política Nacional que tenha vindo corroborar a verdade... E quando o fazem, expõe apenas meias verdades, meios diagnósticos. E quem o faz, fá-lo de fora; fora de qualquer âmbito partidário ou corporativista, fazem-no por patriotismo, porque acreditam; porque sabem o que todos sabem, mas por não terem de prestar contas a ninguém, não têm vergonha, receio ou medo de o dizer abertamente.
Terceiro passo: Adoptarmos a Verdade
Enquanto não adoptarmos esta realidade como a verdade, nua e crua, vamos permanecer neste limbo, de uma realidade suspensa, à espera de um salvador; um sinal; uma mudança que tarda em aparecer... Quando tudo é tão simples! Basta-nos acreditar nesta Verdade..! Ao fazê-lo esvaziamos todo o conteúdo do discurso político, balofo, populista e propagandista. Eles passarão simplesmente a falar pró boneco! Porque a verdade deles é o que supostamente o que o Povo, o que nós queremos ouvir... E o Povo, nós não queremos ouvir se não a Verdade!
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terça-feira, 10 de agosto de 2010
quarta-feira, 19 de maio de 2010
"Portugal não consegue financiar-se", diz Ulrich (in Expresso)
Fernando Ulrich, presidente do BPI, não podia ter sido mais claro na sua intervenção no debate 'Do Défice ao Desenvolvimento' da Conferência Portugal em Exame: "Tirem já o C do PEC, o C é para esquecer". "O dia em que bateremos na parede não está muito longe. Talvez por semanas. Lamento, mas o país tem de saber".
Na sua intervenção, o presidente do BPI foi especialmente crítico quanto à actual situação do país. "O principal problema de Portugal não é apenas de tesouraria, mas sim o facto de não nos conseguirmos financiar", defende Fernando Ulrich.
"Não se trata de um problema de preço, mas sim de acesso ao crédito. Um problema que não sabemos hoje quando se vai resolver. Por isso mesmo, sugiro ao Governo que não publique cenários macroeconómicos sem explicar como estes se vão financiar."
"Portugal tem dificuldade em financiar-se e não sabemos quando vai deixar de ter, ou se vai deixar ter (financiamento), só saberemos se conseguimos financiamento quando o BCE deixar de comprar", disse.
Fernando Ulrich aponta que até para as medidas de contenção anunciadas será complicado encontrar liquidez.
"A discussão sobre grandes projectos está neste momento ultrapassada", defendeu, referindo-se ao adiamento das obras públicas anunciadas. "Ou se discute a sério a economia portuguesa e o seu sistema financeiro, ou teremos graves problemas de futuro."
"É bom que o país saiba"
O responsável do BPI não tem dúvidas sobre a gravidade do que vai acontecer a curto prazo: "O dia em que bateremos na parede não está muito longe. Talvez por semanas. E bater na parede significa, por exemplo, a intervenção do FMI. Lamento, mas o país tem que saber".
in, Expresso on-line (18 de Maio de 2010)
Na sua intervenção, o presidente do BPI foi especialmente crítico quanto à actual situação do país. "O principal problema de Portugal não é apenas de tesouraria, mas sim o facto de não nos conseguirmos financiar", defende Fernando Ulrich.
"Não se trata de um problema de preço, mas sim de acesso ao crédito. Um problema que não sabemos hoje quando se vai resolver. Por isso mesmo, sugiro ao Governo que não publique cenários macroeconómicos sem explicar como estes se vão financiar."
"Portugal tem dificuldade em financiar-se e não sabemos quando vai deixar de ter, ou se vai deixar ter (financiamento), só saberemos se conseguimos financiamento quando o BCE deixar de comprar", disse.
Fernando Ulrich aponta que até para as medidas de contenção anunciadas será complicado encontrar liquidez.
"A discussão sobre grandes projectos está neste momento ultrapassada", defendeu, referindo-se ao adiamento das obras públicas anunciadas. "Ou se discute a sério a economia portuguesa e o seu sistema financeiro, ou teremos graves problemas de futuro."
"É bom que o país saiba"
O responsável do BPI não tem dúvidas sobre a gravidade do que vai acontecer a curto prazo: "O dia em que bateremos na parede não está muito longe. Talvez por semanas. E bater na parede significa, por exemplo, a intervenção do FMI. Lamento, mas o país tem que saber".
in, Expresso on-line (18 de Maio de 2010)
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sábado, 12 de setembro de 2009
MANISFESTO POR PORTUGAL
Como podemos explicar que esta crise financeira tenha chegado sem qualquer pré aviso? Como podemos imaginar que instituições como o Banco de Portugal, o Banco Central Europeu, entre outros, não tivessem já accionado os mecanismos de alarme? Como podemos explicar, que o Presidente da República, o Primeiro Ministro, Ministros, Secretários de Estado, os Deputados da República e os líderes dos diferentes partidos políticos, nunca tenham referido sequer esta possibilidade?
Quem possuía a informação? Como a tratou? Que intenções teria em a abafar?
Não sei se já perceberam, caros concidadãos, mas a crise de que falamos hoje, embora financeira é meramente e sobretudo uma crise de credibilidade. Como poderão querer eles, que depois de tudo isto, continuemos a acreditar nas instituições nacionais? Como querem eles que, depois dos debates televisivos, plenários da república, reuniões das comissões parlamentares, etc, etc., etc.? Das discussões sobre o “sexo dos anjos”, das querelas políticas e das mesquinhez mundanas, o povo desta nação continue fomentar a pouca credibilidade política que já dispunham?
Estou perdido!
Não sinto credibilidade em ninguém para nos governar na gincana dos tempos que correm. Pela necessidade que temos de encontrar alguém astuto, criativo, coerente e isento. Deixei de confiar em quem quer que seja, e não há governante algum que tenha a capacidade de nos explicar o que nos atingiu; as consequências; e as perspectivas. Porque todos eles foram, de uma forma ou de outra, os mentores da situação em que nos encontramos.
Não posso aceitar... Não posso aceitar continuar a ouvir os comentários políticos... Lembrem-se caros deputados, ministros e outros: - haveis jurado ser fieis à constituição da república; vocês juraram defender Portugal e o vosso povo... Não me lembro de ver alguma referência a interesses políticos e partidários nos juramentos que proferiram.
Portugal é uma farsa. Não conseguimos sequer que o nosso sistema de justiça funcione. Não conseguimos sequer apontar os prevaricadores... Todos saem incólumes, como se nada tivesse acontecido. A culpa como sempre morre solteira. E ainda por cima, dão-se ao luxo de mostrar um sorriso enquanto driblam o sistema.
Não podemos continuar a aceitar este tipo de posturas. Temos que, ou hoje ou nunca, aproveitar para criar a ruptura, a cisão com esse passado famigerado. E acreditem que hoje, dada a conjuntura, e tendo a consciência que os tempos que se avizinham não serão melhores do que o actual. Que, estamos no momento ideal para demonstrar a desolação, o desespero em que nos encontramos... Por Portugal!
Temos que o fazer! Temos que escolher entre continuar no “diz que disse”, no “foi ele”, no “já vem do passado”, ou ainda no “para o ano será melhor” e parar para pensar. Reflectir, todos junto, sem politiquices nem interesses. Temos que o fazer, não por nós. Pelos nossos filhos.
Se não vejam: - Questionem há quanto tempo ouvimos dizer que Portugal está no bom caminho? Será sinal de estar no bom caminho, quando retrocedemos na nossa posição na EU? Será sinal de bom caminho, assistir à destruição de todo o nosso tecido empresarial? É bom o caminho do desemprego? Do desespero? Do endividamento? É esse o bom caminho, para quem?
Tenho-vos a confessar uma coisa: -Pensei sinceramente, quando foi anunciado o arranque do TGV, anular a minha nacionalidade portuguesa. Porque não posso aceitar que se continue no “faz de conta” e no “atirar para trás das costas” e que continuemos a fazer sistematicamente a mesma coisa, décadas atrás de décadas. Não posso compreender que se continuem a cometer os mesmos erros vezes sem conta. Que continuem a hipotecar o que é dos nossos filhos, por questões de agenda política. Não posso aceitar, que os interesses partidários ou supostamente partidários se atravessem à frente dos interesses da Nação.
Muito mais haverá com certeza para apontar como falhas e como a incompetência, a ignorância e a mesquinhez tem vindo ano após ano a retardar sistematicamente o progresso da Nação.
Cabe na cabeça de alguém que não haja planeamento no país!? Quem sabe hoje na situação em que nos encontramos? Alguém sabe por acaso para onde vamos? – Vejo a maior parte dos empresários de décadas com uma estratégia de “paninhos quentes” a tentar aguentar os “barcos” por mais 2 ou 3 meses para ver onde isto vai parar... Parem, parem imediatamente porque isto não se vai resolver com 2 ou 3 meses, nem se calhar em 2 ou 3 anos... Vejam os sinais, e vejam que todos os estudos indicam para que o fundo desta crise seja atingido lá para o 2.º semestre de 2010...
Com insistência tem vindo a ser referido que não há volta a dar... O sector financeiro americano vai entrar em colapso. Que corremos o risco que assistir a uma hiper-inflação... Note-se que a china, a Rússia entre outros prevendo a desvalorização brutal do Dólar têm vindo a anunciar com insistência a criação de uma moeda única mundial. A Rússia anunciou ter reduzido desde Março, a sua exposição ao Dólar, o Euro assume-se agora como a principal moeda na reserva russa.
A administração Obama está a braços com um deficit astronómico; o plano Geithner irá retirar toda e qualquer margem para por em prática o ambicioso programa de relançamento da economia americana... Começamos a ouvir falar com insistência de revoltas sociais.
O mesmo cenário para a Inglaterra entre muitos outros.
Portanto, não podemos esperar nada de bom, ou melhoras para os tempos que se avizinham. Temos, isso sim de estar conscientes da profundidade e extensão desta crise e tomar-mos medidas práticas, inovadoras e paradigmáticas. Vivemos momentos de crise, profunda. Provou-se com este mega hecatombe que, tudo o que tem sido feito até agora está completamente errado. Temos que repensar estratégias e abordagens, voltar à velha e básica norma que a riqueza só se cria com trabalho, muito trabalho e que não há receitas milagrosas.
Gostava obviamente que conseguíssemos criar essa ruptura... Que será com certeza dolorosa, para mim, para si e para todos... Doa a quem doer, o futuro passa por deixar-mos de esconder o sol com a peneira... O futuro passa por termos a capacidade de encarar a realidade e de percebermos que temos de deixar de viver como vivíamos.
Caros concidadãos, temos que ser coerentes com as nossas posições, cultura, crenças, religiões e orientações, mas temos que sobretudo ter a consciência que tudo depende de nós e que no fim de contas o que conta, o que nos interessa é um futuro melhor para o nosso país e para os nossos filhos.
Quem possuía a informação? Como a tratou? Que intenções teria em a abafar?
Não sei se já perceberam, caros concidadãos, mas a crise de que falamos hoje, embora financeira é meramente e sobretudo uma crise de credibilidade. Como poderão querer eles, que depois de tudo isto, continuemos a acreditar nas instituições nacionais? Como querem eles que, depois dos debates televisivos, plenários da república, reuniões das comissões parlamentares, etc, etc., etc.? Das discussões sobre o “sexo dos anjos”, das querelas políticas e das mesquinhez mundanas, o povo desta nação continue fomentar a pouca credibilidade política que já dispunham?
Estou perdido!
Não sinto credibilidade em ninguém para nos governar na gincana dos tempos que correm. Pela necessidade que temos de encontrar alguém astuto, criativo, coerente e isento. Deixei de confiar em quem quer que seja, e não há governante algum que tenha a capacidade de nos explicar o que nos atingiu; as consequências; e as perspectivas. Porque todos eles foram, de uma forma ou de outra, os mentores da situação em que nos encontramos.
Não posso aceitar... Não posso aceitar continuar a ouvir os comentários políticos... Lembrem-se caros deputados, ministros e outros: - haveis jurado ser fieis à constituição da república; vocês juraram defender Portugal e o vosso povo... Não me lembro de ver alguma referência a interesses políticos e partidários nos juramentos que proferiram.
Portugal é uma farsa. Não conseguimos sequer que o nosso sistema de justiça funcione. Não conseguimos sequer apontar os prevaricadores... Todos saem incólumes, como se nada tivesse acontecido. A culpa como sempre morre solteira. E ainda por cima, dão-se ao luxo de mostrar um sorriso enquanto driblam o sistema.
Não podemos continuar a aceitar este tipo de posturas. Temos que, ou hoje ou nunca, aproveitar para criar a ruptura, a cisão com esse passado famigerado. E acreditem que hoje, dada a conjuntura, e tendo a consciência que os tempos que se avizinham não serão melhores do que o actual. Que, estamos no momento ideal para demonstrar a desolação, o desespero em que nos encontramos... Por Portugal!
Temos que o fazer! Temos que escolher entre continuar no “diz que disse”, no “foi ele”, no “já vem do passado”, ou ainda no “para o ano será melhor” e parar para pensar. Reflectir, todos junto, sem politiquices nem interesses. Temos que o fazer, não por nós. Pelos nossos filhos.
Se não vejam: - Questionem há quanto tempo ouvimos dizer que Portugal está no bom caminho? Será sinal de estar no bom caminho, quando retrocedemos na nossa posição na EU? Será sinal de bom caminho, assistir à destruição de todo o nosso tecido empresarial? É bom o caminho do desemprego? Do desespero? Do endividamento? É esse o bom caminho, para quem?
Tenho-vos a confessar uma coisa: -Pensei sinceramente, quando foi anunciado o arranque do TGV, anular a minha nacionalidade portuguesa. Porque não posso aceitar que se continue no “faz de conta” e no “atirar para trás das costas” e que continuemos a fazer sistematicamente a mesma coisa, décadas atrás de décadas. Não posso compreender que se continuem a cometer os mesmos erros vezes sem conta. Que continuem a hipotecar o que é dos nossos filhos, por questões de agenda política. Não posso aceitar, que os interesses partidários ou supostamente partidários se atravessem à frente dos interesses da Nação.
Muito mais haverá com certeza para apontar como falhas e como a incompetência, a ignorância e a mesquinhez tem vindo ano após ano a retardar sistematicamente o progresso da Nação.
Cabe na cabeça de alguém que não haja planeamento no país!? Quem sabe hoje na situação em que nos encontramos? Alguém sabe por acaso para onde vamos? – Vejo a maior parte dos empresários de décadas com uma estratégia de “paninhos quentes” a tentar aguentar os “barcos” por mais 2 ou 3 meses para ver onde isto vai parar... Parem, parem imediatamente porque isto não se vai resolver com 2 ou 3 meses, nem se calhar em 2 ou 3 anos... Vejam os sinais, e vejam que todos os estudos indicam para que o fundo desta crise seja atingido lá para o 2.º semestre de 2010...
Com insistência tem vindo a ser referido que não há volta a dar... O sector financeiro americano vai entrar em colapso. Que corremos o risco que assistir a uma hiper-inflação... Note-se que a china, a Rússia entre outros prevendo a desvalorização brutal do Dólar têm vindo a anunciar com insistência a criação de uma moeda única mundial. A Rússia anunciou ter reduzido desde Março, a sua exposição ao Dólar, o Euro assume-se agora como a principal moeda na reserva russa.
A administração Obama está a braços com um deficit astronómico; o plano Geithner irá retirar toda e qualquer margem para por em prática o ambicioso programa de relançamento da economia americana... Começamos a ouvir falar com insistência de revoltas sociais.
O mesmo cenário para a Inglaterra entre muitos outros.
Portanto, não podemos esperar nada de bom, ou melhoras para os tempos que se avizinham. Temos, isso sim de estar conscientes da profundidade e extensão desta crise e tomar-mos medidas práticas, inovadoras e paradigmáticas. Vivemos momentos de crise, profunda. Provou-se com este mega hecatombe que, tudo o que tem sido feito até agora está completamente errado. Temos que repensar estratégias e abordagens, voltar à velha e básica norma que a riqueza só se cria com trabalho, muito trabalho e que não há receitas milagrosas.
Gostava obviamente que conseguíssemos criar essa ruptura... Que será com certeza dolorosa, para mim, para si e para todos... Doa a quem doer, o futuro passa por deixar-mos de esconder o sol com a peneira... O futuro passa por termos a capacidade de encarar a realidade e de percebermos que temos de deixar de viver como vivíamos.
Caros concidadãos, temos que ser coerentes com as nossas posições, cultura, crenças, religiões e orientações, mas temos que sobretudo ter a consciência que tudo depende de nós e que no fim de contas o que conta, o que nos interessa é um futuro melhor para o nosso país e para os nossos filhos.
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