Esta é para aqueles que acreditam que não vivemos num país de "faz de conta". No "faz de conta" daquilo que os políticos querem que o povo, que as agências de rating, que o diabo que os carregue acredite! Até quando? Até quando vamos nós aceitar este "faz de conta"? - De um Presidente da República que convoca o "Conselho de Estado", para pasme-se: "Acalmar as agências de Rating"... Não, não é preciso acalmar o povo, as famílias que caiem no desemprego e que deixam de poder cumprir com o serviço da dívida de sonhos adiados...!?
«O ministro da Defesa, Augusto Santos Silva, justificou ontem a decisão do Governo de não inscrever no Orçamento do Estado a verba de cerca de 500 milhões de euros para a aquisição do submarino ‘Tridente’, com o facto de este equipamento estar ainda em "fase de testes". Mas o submarino deverá chegar a Portugal em Junho, por isso há quem aponte que o único objectivo do Governo é evitar o agravamento do défice.
Augusto Santos Silva disse ao CM que "para efeitos de contabilização estatística", a verba só será inscrita no OE "com a recepção definitiva do submarino", mas recusou a apontar uma data.
Fernando Rosas (BE) fala em "jogo contabilístico" e admite que a intenção do Governo é não agravar o défice este ano, como apontaram várias fontes ao CM. João Rebelo (CDS) considera "estranha" a decisão e garante que vai exigir explicações.»
in, Correio da Manhã
sábado, 30 de janeiro de 2010
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
A propósito de tretas

Temos sempre essa necessidade mesquinha, hipócrita e cobarde de procurar no desconhecido, resposta para o inexplicável. Foi assim que criámos os deuses e depois fizemos deles doutrinas e criámos as religiões. Uns verdes, outros iluminados e ainda outros cor-de-rosa são eles os responsáveis por tudo o que de inexplicável se nos apresenta.
Gabo essa capacidade redutora que muitos de nós temos, à boa maneira Orwelliana de acreditar na figura paternalista de um “big brother”. Aquele que tudo vê, aquele que tudo controla. Como se nós humanos, de máquinas se tratassem, programados e programáveis.
È esse o papel das religiões, ideologias e das apelidadas sociedades secretas. Aliás reparem na possibilidade de estrutura piramidal que obtemos ao organizar este tipo de instituições, das mais elitistas às mais massificadas. Todos nos prometem a luz, a verdade mas em contrapartida retiram-nos a capacidade de raciocinar para além dos seus horizontes. São meras catedrais de dogmas ou espartilhos comportamentais.
Mas afinal o que de tão importante terão eles para nos mostrar? Têm eles encerrado a sete chaves o segredo da nossa existência? – E já agora, para que raio precisamos de saber de onde viemos!? Não é que não me interesse, claro que sim! Mas estou mais preocupado em saber onde estou e para onde vou, do que em descobrir de onde vim...
“Onde quer este gajo chegar?” – Deixem-me responder sucintamente: - Nós humanos, somos como somos! Dependemos de nós, apenas de nós, enquanto elemento singular ou colectivo. A nossa religião, somos nós! O nosso destino, somos nós! Tudo se encerra ou se abre em nós próprios. A luz da verdade é a luz daquilo em que acreditamos e, que não pode ser mais do que acreditar em nós próprios.
Precisamos de nos livrar de tudo isto que nos condiciona sistematicamente o olhar sobre esta verdade, simples e libertadora. Todos somos iguais no pensar, sentir, viver e no morrer.
domingo, 13 de dezembro de 2009
Diz-se que a esperança é sempre a última a morrer!?
Talvez tenham razão... Eu, pelo contrário não tenho grandes esperanças, no que a Portugal diz respeito!
Vejo o nosso país como uma nação sôfrega, que nos últimos anos tem tentado em grandes movimentos de inspiração, inalar o máximo de ar que é possível, tentando sobreviver por mais uns momentos... Fez e continua a fazer este exercício, como reflexo condicionado de uma sobrevivência há muito condenada.
Portugal está morto de morte anunciada!
Apenas não nos conseguimos ainda capacitar deste facto, porque continuamos a crer no D. Sebastião, em bruxos e mezinhas, em mistelas e receitas de sucesso. Não houve, não há, nem vai haver qualquer receita de sucesso!
O que temos que fazer é tão simples quanto isto: - É percebermos que não dependemos de mais ninguém, se não de nós próprios. É percebermos que a política actual, que não é mais que: “Quem vier por último que feche a porta”, vai servindo de paliativo para nos esconder a sorte que nos foi reservada.
Que sorte é essa?
Bom... Será algo mais ou menos parecido com o que fez Guterres em 2002... “Portugal é um pântano!”... Aliás, o que terão feito os governos de lá até então para que Portugal deixe de ser esse tal “pântano guterreano”? Nada! Portanto... Meus caros, espera-nos quase 8 anos volvidos mais do mesmo, areias movediças e impossibilidade de progressão.
Não é preferível atalharmos caminho?
Que continuarmos nesta agonia desesperante? Não é preferível compenetrarmo-nos da sorte que nos foi reservada. Desculpem. Da sorte que escolhemos? Eu acho que o nosso país, a nossa Pátria, nós, só temos a ganhar se fizermos esse exercício de desconstrução. Antecipemos o que para aí vem. Ganhamos tempo. E depois, é sempre preferível termos uma queda assistida que vivermos mais uma experiência dolorosa sem nenhuma preparação.
Mas para isso, temos que também tomar consciência dos erros cometidos ao longo das últimas décadas. Fez-se muita coisa boa. Tudo aparente! Preocupámo-nos demasiado com o imediato, com as fórmulas fáceis, e esquecemo-nos de que o que realmente interessa, o que interessa a esta grande Nação que é Portugal, é que se tratem as bases, que se pense em estratégias duradouras, em mudanças de base e que se deixe o aparente.
Mudança de mentalidades. Reavivar a capacidade empreendedora. Estimular a capacidade de trabalho. Mudança da forma como nos vemos, enquanto povo e enquanto Nação.
Somos capazes? Claro que sim, apenas precisamos de nos focalizar, de promovermos a camaradagem e a vontade de mudarmos Portugal, agora sim à imagem das nossas capacidades, à imagem do Portugal grandioso que cada português transporta no coração.
Vejo o nosso país como uma nação sôfrega, que nos últimos anos tem tentado em grandes movimentos de inspiração, inalar o máximo de ar que é possível, tentando sobreviver por mais uns momentos... Fez e continua a fazer este exercício, como reflexo condicionado de uma sobrevivência há muito condenada.
Portugal está morto de morte anunciada!
Apenas não nos conseguimos ainda capacitar deste facto, porque continuamos a crer no D. Sebastião, em bruxos e mezinhas, em mistelas e receitas de sucesso. Não houve, não há, nem vai haver qualquer receita de sucesso!
O que temos que fazer é tão simples quanto isto: - É percebermos que não dependemos de mais ninguém, se não de nós próprios. É percebermos que a política actual, que não é mais que: “Quem vier por último que feche a porta”, vai servindo de paliativo para nos esconder a sorte que nos foi reservada.
Que sorte é essa?
Bom... Será algo mais ou menos parecido com o que fez Guterres em 2002... “Portugal é um pântano!”... Aliás, o que terão feito os governos de lá até então para que Portugal deixe de ser esse tal “pântano guterreano”? Nada! Portanto... Meus caros, espera-nos quase 8 anos volvidos mais do mesmo, areias movediças e impossibilidade de progressão.
Não é preferível atalharmos caminho?
Que continuarmos nesta agonia desesperante? Não é preferível compenetrarmo-nos da sorte que nos foi reservada. Desculpem. Da sorte que escolhemos? Eu acho que o nosso país, a nossa Pátria, nós, só temos a ganhar se fizermos esse exercício de desconstrução. Antecipemos o que para aí vem. Ganhamos tempo. E depois, é sempre preferível termos uma queda assistida que vivermos mais uma experiência dolorosa sem nenhuma preparação.
Mas para isso, temos que também tomar consciência dos erros cometidos ao longo das últimas décadas. Fez-se muita coisa boa. Tudo aparente! Preocupámo-nos demasiado com o imediato, com as fórmulas fáceis, e esquecemo-nos de que o que realmente interessa, o que interessa a esta grande Nação que é Portugal, é que se tratem as bases, que se pense em estratégias duradouras, em mudanças de base e que se deixe o aparente.
Mudança de mentalidades. Reavivar a capacidade empreendedora. Estimular a capacidade de trabalho. Mudança da forma como nos vemos, enquanto povo e enquanto Nação.
Somos capazes? Claro que sim, apenas precisamos de nos focalizar, de promovermos a camaradagem e a vontade de mudarmos Portugal, agora sim à imagem das nossas capacidades, à imagem do Portugal grandioso que cada português transporta no coração.
domingo, 25 de outubro de 2009
domingo, 11 de outubro de 2009
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
A queda do Dólar

Os países do Golfo planeiam - com a China, Rússia, Japão e França – substituir a transacção do petróleo em dólares para um conjunto de moedas, incluindo o iene japonês, o yuan chinês, o euro, ouro e uma nova moeda a ser criada no âmbito do Conselho de Cooperação do Golfo, que inclui a Arábia Saudita, Abu Dhabi, Kuwait e Qatar.
Já foram realizados encontros entre os governadores dos bancos centrais da Rússia, China, Japão e Brasil para a implementação de esta nova estratégia, que porá em risco a estabilidade do já bastante fragilizado Dólar.
Esta medida que trará consequências óbvias no quadro geo-político e estratégico mundial, deverá ser efectuado de forma gradual, para que se evite uma desvalorização acentuada e abrupta do Dólar. Prevê-se que a sua implementação esteja concluída dentro de 9 anos.
Alguns meses antes da invasão do Iraque e do derrube de Sadam Hussein que o próprio terá anunciado publicamente passar a transaccionar o petróleo Iraquiano em Euros.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
François Houtart sobre a crise financeira
Francois Houtart about the financial crisis
envoyé par transnationalinstitute. - L'info video en direct.
Francois Houtart - membro do Alto Comissariado da ONU de acompanhamento da crise financeira mundial. Fundador e presidente do centro Tricontinental e professor Emérito da Sociologia no Université Catholique de Louvain fala das estratégias progressistas para combater a crise financeira global - desafiando as decisões dos governos mundiais.
Etiquetas:
Crise Mundial,
Nova ordem munidal,
política
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